Ícaro Iasbeck
Tendências e leitura de mercado

Comprador B2B: a regra dos terços e os 10 canais da compra

Na pesquisa da McKinsey de 2026, com quase 4 mil tomadores de decisão, o comprador B2B divide a jornada em partes iguais entre encontro presencial, conversa remota e autosserviço digital, e usa em média dez canais. O que dizem McKinsey, Gartner e Forrester sobre como a empresa compra hoje, o que aconteceu com a previsão de 80% de interações digitais e onde o vendedor ainda faz diferença.

18 min de leitura

O comprador B2B de 2026 divide a jornada de compra em três partes de tamanho parecido: um terço prefere encontro presencial, um terço prefere conversa remota com o fornecedor e um terço prefere resolver sozinho, em autosserviço digital. A McKinsey chama esse padrão de regra dos terços e o confirmou outra vez no Global B2B Pulse de 2026, publicado em maio, com respostas de quase 4 mil tomadores de decisão B2B de 13 países. No mesmo levantamento, o comprador usa em média dez canais ao longo da jornada e espera passar de um para outro sem atrito. Eu leio esses números como uma mudança de função do vendedor, que continua presente em dois dos três terços e deixa de ser a porta de entrada da informação. O cliente chega à conversa depois de ler o site, comparar fornecedores e perguntar a uma ferramenta de IA, e o vendedor ganha valor nos momentos em que o comprador precisa de ajuda para decidir. Site, conteúdo e CRM sustentam o resto da jornada, e quando cada um conta uma história diferente o comprador percebe e troca de fornecedor.

Na Iasbeck&Co a gente implanta CRM e agentes de IA em operações B2B e treina times comerciais, e a pergunta que mais ouço de diretoria sobre esse assunto é se ainda vale contratar vendedor. As pesquisas respondem que sim, com outro perfil e outra estrutura em volta. Escrevi este texto para diretoria, lideranças de vendas, marketing e pós-venda e para o RH.

Como o comprador B2B compra hoje, segundo as pesquisas?

A McKinsey pergunta como o tomador de decisão prefere interagir em cada etapa, o Gartner pergunta ao comprador como foi a compra recente, e a Forrester descreve o grupo de compra e o que ele faz para reduzir o risco. Os números se complementam, desde que você olhe a pergunta que cada um fez.

Fonte Ano Amostra e método Principal achado
McKinsey, Global B2B Pulse 2026 Quase 4 mil tomadores de decisão B2B de 13 países e vários setores; série histórica com onda em dezembro de 2025 Regra dos terços mantida; dez canais em média; 73% aceitam fazer pedidos acima de US$ 50 mil online, contra 59% em 2022
McKinsey, B2B Pulse 2024 Quase 4 mil tomadores de decisão de 34 setores e 13 países; nona edição da pesquisa 41% preferem o presencial com fornecedor novo; mais da metade tende a trocar de fornecedor se a experiência entre canais falhar
Gartner 2020 Previsão da pesquisa Future of Sales; o comunicado não informa amostra 80% das interações de venda B2B aconteceriam em canais digitais até 2025
Gartner 2022 725 compradores B2B, novembro a dezembro de 2021 24% das compras lideradas pelo vendedor terminaram num negócio de alta qualidade, contra 65% das conduzidas pelo comprador
Gartner 2025 632 compradores B2B, agosto a setembro de 2024 69% viram informação divergente entre o site e o vendedor; 73% evitam fornecedores que mandam abordagem irrelevante
Forrester, The State Of Business Buying, 2026 2026 Relatório anual da série Buyer Insights; o comunicado não publica a amostra Mais de 60% dos compradores usam algum tipo de teste antes de comprar, e 78% nas compras de US$ 10 milhões ou mais

O que é a regra dos terços da McKinsey?

A regra dos terços descreve a preferência do comprador entre três formas de interação: presencial, remota com uma pessoa do fornecedor, como videochamada e telefone, e autosserviço digital, em que ele pesquisa e compra sem falar com ninguém. Na edição de 2024, a McKinsey afirma que, em qualquer etapa da jornada, um terço dos clientes quer o presencial, um terço o remoto e um terço o autosserviço, em todos os países, setores e portes de empresa, em compras novas e recompras.

Antes de 2020, cerca de metade dos respondentes preferia o presencial para pesquisar e avaliar fornecedores, e a divisão ficou equilibrada depois que a pandemia cortou os encontros. Na edição de 2026, a consultoria registra um movimento lento dentro do equilíbrio: o autosserviço digital ganha interesse aos poucos e a interação remota com pessoas perde, e a McKinsey espera mais peso do digital com a IA assumindo follow-ups e contatos que não envolvem pedido.

O presencial pesa onde a compra dá trabalho

Em 2024, 41% dos respondentes preferiam canais presenciais ao lidar com um fornecedor novo, e 40% quando compravam algo pela primeira vez. A edição de 2026 acrescenta uma regra prática: com muitas transações, o comprador prefere autosserviço, e com pedidos grandes e raros ele prefere interação humana, mesmo na recompra. Em projeto e contrato anual, o vendedor continua no centro da decisão, e em reposição de baixo valor o portal assume boa parte do trabalho.

Três perfis de comprador na mesma carteira

A McKinsey agrupa os respondentes em três perfis, presentes em todos os países e setores da amostra. Os adaptadores dão valor à relação e tendem a ficar com o fornecedor conhecido, os buscadores exigem integração entre canais e trocam de fornecedor quando ela falha, e os inovadores adotam tecnologia cedo, inclusive IA generativa para pesquisar fornecedores.

Perfil (McKinsey) 2024 2026 Aceita transação de US$ 500 mil ou mais sem encontro, 2024 Mesma pergunta, 2026
Adaptadores (orientados à relação) 44% 53% 19% 18%
Buscadores (exigem omnichannel) 36% 29% 69% 61%
Inovadores (adotam tecnologia cedo) 20% 18% 37% 29%

Em 2024 a pergunta tratava de transações a distância e, em 2026, de compras online de produtos novos. O dado que mais me chama a atenção é o crescimento dos adaptadores, de 44% para 53% em dois anos, e a própria McKinsey sugere que a velocidade da mudança tecnológica pode estar reforçando o valor das relações de confiança.

Quanto o comprador B2B aceita gastar sem falar com ninguém?

Em 2022, 59% dos respondentes da McKinsey aceitavam fazer pedidos acima de US$ 50 mil online, e em 2026 esse número chegou a 73%. Na faixa de US$ 500 mil ou mais, a disposição caiu cinco pontos percentuais em relação a 2024, queda que a consultoria atribui à cautela econômica. Do lado de quem vende, 71% dos respondentes dizem que a empresa oferece comércio eletrônico, e nessas empresas cerca de um terço da receita passa por canais digitais, o que faz do digital o canal que mais gera receita. Em 2024, a venda presencial tinha caído cinco pontos, para 17% da receita.

Esses números descrevem empresas que vendem produto com catálogo e preço. Para quem vende projeto sob medida, vale o comportamento por trás deles: o comprador já faz sozinho boa parte da pesquisa e da comparação, inclusive em valores altos.

A previsão do Gartner de 80% em canais digitais se confirmou?

Em setembro de 2020, o Gartner divulgou que, segundo a sua pesquisa Future of Sales, 80% das interações de venda B2B entre fornecedores e compradores aconteceriam em canais digitais até 2025. O comunicado sustentava a previsão com dois números: 33% dos compradores desejavam uma experiência de venda sem vendedor, preferência que subia para 44% entre os millennials, e o comprador passava só 17% do tempo da compra em reuniões com fornecedores. O texto não informa amostra nem método da projeção, e o relatório completo fica restrito a clientes.

O número de 80% circula até hoje em apresentações como se fosse medição. Procurei no site do Gartner um comunicado que conferisse a previsão depois de 2025 e não encontrei, e as pesquisas que a consultoria publicou depois mediram a preferência por comprar sem vendedor e a qualidade das compras.

A McKinsey oferece a comparação mais próxima, e a definição de canal muda a conclusão. Somando o terço remoto ao de autosserviço, você chega a cerca de dois terços de interações fora do encontro presencial, e parte das remotas acontece por vídeo e telefone com um vendedor do outro lado. Se o Gartner contava a videochamada como canal digital, a previsão acertou a direção e exagerou o tamanho. Se contava só o autosserviço, ficou longe, porque esse terço continua um terço. Nos dois casos, o encontro presencial segue em torno de um terço da preferência, bem acima dos 20% que a previsão deixaria para os outros canais.

Por que o comprador B2B troca de fornecedor?

Em 2024, mais da metade dos respondentes da McKinsey disse que tenderia a procurar outro fornecedor se a experiência entre canais não fosse fluida, e entre os buscadores o número chegava a 65%. Os motivos citados eram experiência digital ruim (54%), falta de acompanhamento do cliente entre canais (51%) e não ser encaminhado à pessoa certa (51%). Em 2026, o primeiro motivo passou a ser informação inconsistente entre as equipes do fornecedor, seguido da dificuldade de falar com alguém que entende do assunto, e as falhas de acompanhamento ficaram em terceiro.

O Gartner mediu o mesmo problema do lado do comprador. Na pesquisa com 632 compradores B2B divulgada em 2025, 69% relataram divergências entre a informação do site do fornecedor e a que receberam do vendedor, e 73% disseram evitar fornecedores que mandam abordagens irrelevantes. O analista citado no comunicado recomenda sincronizar o site com a mensagem comercial, porque a divergência gera desconfiança e coloca a compra em risco.

Os dois achados descrevem uma falha de operação. O comprador lê no site um escopo, ouve outro do vendedor e recebe do pós-venda uma terceira versão, porque em muitas empresas o marketing escreve o site, vendas monta o próprio deck e ninguém registra no CRM o que foi prometido. O acordo entre as áreas sobre mensagem e registro é tema de alinhamento entre marketing e vendas.

Onde o vendedor ainda faz diferença na jornada de compra B2B?

O comunicado do Gartner de 2025 traz a resposta mais útil para a liderança comercial. O comprador prefere o autosserviço para buscar informação geral e aprender coisas novas, e prefere o vendedor nas tarefas que exigem contexto, como decidir se a solução serve às necessidades da empresa dele. Somando todas as etapas, ele prefere fazer em média 3,0 atividades combinando digital e vendedor, 2,3 só com o vendedor e 1,8 só pelo autosserviço. A edição mais recente da preferência por comprar sem vendedor está em Challenger Sale.

O vendedor que repete o site piora a compra

A pesquisa do Gartner com 725 compradores, feita no fim de 2021, mostra o risco dos dois lados. Só 24% dos compradores em compras lideradas pelo vendedor fecharam um negócio de alta qualidade, contra 65% dos que conduziram a compra por conta própria, e os compradores do comércio digital relataram arrependimento com mais frequência que os tradicionais. O Gartner atribui as duas falhas ao aprendizado raso do cliente: o site facilita seguir com uma decisão equivocada, e o vendedor simplifica a recomendação e empurra o comprador sem que ele entenda a própria necessidade.

Segundo o mesmo comunicado, o comprador que passa por um caminho de aprendizado que combina digital e pessoas, com espaço para refletir sobre a própria situação, tem 147% mais chance de comprar mais do que planejava. Eu vejo aqui o argumento central da venda consultiva: o vendedor que diagnostica ajuda o comprador a entender o problema, e o que apresenta o catálogo compete com o site e perde.

IA no início da busca, pessoas na validação

No relatório The State Of Business Buying, 2026, a Forrester descreve a busca com IA generativa como ponto de partida do comprador, com mecanismos de resposta que entregam velocidade e informação muitas vezes incompleta ou pouco confiável. O comprador compensa buscando validação em pessoas de confiança, dentro e fora da empresa, e 94% dos que compram com grupos de seis pessoas ou mais relatam benefícios do grupo grande, como mais chance de aprovação, assunto de comitê de compra B2B.

O mesmo relatório mostra o teste como forma de reduzir risco: mais de 60% dos compradores B2B usam algum tipo de teste para avaliar soluções, e 78% dos que compram US$ 10 milhões ou mais testam antes. Na venda de serviço, o equivalente é o piloto com critério de sucesso combinado ou o diagnóstico pago, e o caminho até a assinatura pode virar um plano de ação mútuo.

O que muda para conteúdo, site e CRM?

O site e o conteúdo fazem o primeiro atendimento, e o CRM guarda a memória que permite ao vendedor continuar a conversa de onde o cliente parou. A tabela liga cada achado ao que eu vejo funcionar nas operações que atendo; a última coluna é leitura minha, e as pesquisas não testaram essas práticas.

Achado Fonte O que a operação faz
Um terço prefere autosserviço em qualquer etapa McKinsey, 2024 e 2026 Site com escopo, prazo, faixa de investimento e casos por segmento, para o comprador avançar sem pedir reunião
Comprador usa dez canais em média McKinsey, 2026 Registro de cada interação no CRM, para o vendedor saber o que o cliente já viu antes de ligar
Informação inconsistente é o primeiro motivo de troca McKinsey, 2026 Uma fonte única de mensagem, escopo e preço, revisada por marketing e vendas e usada pelo pós-venda
69% veem divergência entre site e vendedor Gartner, 2025 Deck, proposta e site com a mesma descrição de oferta, revisados juntos quando a oferta muda
Vendedor é preferido para decidir se a solução serve Gartner, 2025 Primeira reunião dedicada ao diagnóstico, sem repetir a apresentação do site
73% evitam abordagem irrelevante Gartner, 2025 Prospecção com pesquisa da conta e motivo concreto para o contato, registrados no CRM
Mais de 60% testam antes de comprar Forrester, 2026 Piloto ou diagnóstico com critério de sucesso escrito, acompanhado como etapa do funil

Sem o histórico de páginas visitadas, materiais baixados e promessas do vendedor no CRM, cada pessoa do fornecedor começa a conversa do zero, e o comprador sente a falta de acompanhamento que a McKinsey lista entre os motivos de troca. As regras de registro e de duplicidade que sustentam esse histórico estão em qualidade de dados no CRM.

O que esses dados não dizem

As perguntas da McKinsey sobre comércio eletrônico tratam da empresa do respondente como vendedora, num grupo que tende a vender produto padronizado. A página pública não detalha o recrutamento da amostra nem a distribuição por país, e o Brasil não aparece em separado.

Quase tudo é autodeclarado. A preferência declarada pode diferir do comportamento, porque o comprador aceita a reunião que diz não querer quando o assunto é caro. O Gartner mede compras recentes de memória, e a alta qualidade do negócio é a avaliação do próprio comprador. A Forrester não publica a amostra no comunicado, e os percentuais sobre testes e grupos servem como direção.

A previsão de 80% é uma projeção, e nenhuma fonte pública que encontrei mediu se ela se confirmou. Compará-la com a regra dos terços exige escolher uma definição de canal digital, e a conclusão muda com a definição.

Nenhuma dessas pesquisas prova causa. Compras lideradas pelo vendedor podem terminar pior porque são as mais difíceis, aquelas em que o comprador sentiu necessidade de chamar alguém.

O que a liderança faz com esses números

O roteiro abaixo cabe num trimestre e começa pelos dados que a empresa já tem.

  1. Descubra em que terço o seu cliente está em cada etapa. Use o CRM e a análise do site para ver quantos negócios começaram por formulário, indicação ou prospecção, e em que etapa o cliente pediu a primeira reunião. Separe compra nova de recompra.
  2. Mapeie os canais que o comprador usa com a sua empresa. Liste site, e-mail, WhatsApp, vídeo, eventos e atendimento, e verifique quais registram a interação no CRM. O canal sem registro é o ponto cego da jornada.
  3. Unifique a mensagem. Coloque lado a lado site, deck, proposta e material do pós-venda, corrija as divergências e defina quem aprova cada mudança na oferta.
  4. Redesenhe a primeira reunião. Se o site já explica a empresa, a reunião começa pelo diagnóstico e termina com o próximo passo combinado, e o gestor confere isso no CRM.
  5. Ofereça uma forma de teste com critério. Defina o piloto, o diagnóstico pago ou a prova de conceito que faz sentido para a sua oferta, com prazo e critério de sucesso escritos.
  6. Meça o comportamento novo. Acompanhe a conversão da primeira reunião, a proporção de negócios com diagnóstico registrado e os motivos de perda, e revise em 90 dias.

O que RH e T&D precisam considerar

Se o cliente aprende sozinho o que está no site, o vendedor precisa saber diagnosticar, ler o negócio do cliente e conduzir um grupo com objetivos diferentes até a decisão, competências que um treinamento de produto não desenvolve. O RH reconhece a necessidade em sinais do CRM e das análises de perda: primeiras reuniões que viram apresentação, propostas que repetem o catálogo e negócios perdidos para “decidimos não fazer nada agora”. A formação rende mais quando junta vendas, marketing e pós-venda, porque a inconsistência que o comprador percebe nasce na passagem entre essas áreas, e o efeito aparece na conversão da primeira reunião em proposta.

O comprador que divide a jornada em três terços espera encontrar, no terço que tem um vendedor, alguém que acrescenta o que o site não oferece. Formar esse vendedor é o trabalho do treinamento in company de vendas consultivas, feito sobre os clientes, as ofertas e o CRM da empresa, com as lideranças de vendas, marketing e pós-venda na turma. Ele entrega o playbook de vendas consultivas, com o que o vendedor faz e registra em cada etapa, e o framework de investigação de necessidades, que transforma a primeira reunião em diagnóstico.

Perguntas frequentes

O que é a regra dos terços na venda B2B?

É o padrão que a McKinsey encontra no B2B Pulse desde a pandemia: em qualquer etapa da jornada, cerca de um terço dos compradores prefere interação presencial, um terço prefere interação remota com o fornecedor e um terço prefere autosserviço digital. A edição de 2026, com quase 4 mil tomadores de decisão de 13 países, confirmou o padrão, com o autosserviço ganhando interesse aos poucos.

É verdade que 80% das interações de venda B2B já são digitais?

O número vem de uma previsão do Gartner de 2020 para o ano de 2025, e não de uma medição. Não encontrei comunicado público do Gartner que confira a previsão. Na pesquisa da McKinsey de 2026, o encontro presencial continua sendo a preferência de cerca de um terço dos compradores.

O comprador B2B ainda quer falar com vendedor?

Quer, em momentos específicos. Na pesquisa do Gartner divulgada em 2025, o comprador prefere o autosserviço para informação geral e o vendedor para decidir se a solução serve à empresa dele. Na McKinsey de 2024, 41% preferem o presencial ao lidar com um fornecedor novo.

Quantos canais o comprador B2B usa numa compra?

Em média dez, segundo a McKinsey de 2026, com site do fornecedor, encontro presencial, busca na web, videoconferência e IA generativa entre os cinco principais canais de descoberta e avaliação. Em 2016, a mesma série registrava cinco canais em média.

Por que o cliente B2B troca de fornecedor?

Na McKinsey de 2026, o primeiro motivo é informação inconsistente entre as equipes do fornecedor, seguido da dificuldade de falar com alguém que entende do assunto e de falhas de acompanhamento entre canais. No Gartner, 69% dos compradores relataram divergência entre o site e o vendedor.

Como preparar o time de vendas para o comprador digital?

Treine o diagnóstico, porque o cliente chega informado e espera do vendedor ajuda para decidir se a solução serve. Junte vendas, marketing e pós-venda na mesma formação para alinhar mensagem, escopo e registro no CRM, e cobre do gestor a conferência da primeira reunião na rotina.

  • Comprador B2B
  • Jornada de compra B2B
  • Vendas B2B
  • Omnichannel
Do texto para a prática

Quer levar isso para o seu time?

No treinamento in company de Vendas Consultivas, o time pratica com as reuniões e as objeções da própria operação e sai com o playbook e o framework de investigação de necessidades.

Levar Vendas Consultivas para o meu time
Continue lendo

Outros textos sobre o mesmo assunto.