Treinamento em IA: só 36% se dizem bem treinados (BCG)
Na pesquisa AI at Work 2026 do BCG, só 36% dos profissionais dizem ter recebido treinamento suficiente em IA, o mesmo número de 2025, enquanto o uso regular na linha de frente saltou de 51% para 74%. O que BCG, Microsoft, LinkedIn, Fórum Econômico Mundial e OCDE mostram sobre a distância entre uso e formação, e o que isso pede de um programa de treinamento.
Só 36% dos profissionais dizem ter recebido treinamento suficiente em IA, segundo a quarta edição da pesquisa AI at Work do BCG, publicada em junho de 2026 com 11.749 respondentes de 14 mercados, entre eles mil no Brasil. O número é idêntico ao de 2025, e no mesmo intervalo o uso regular de IA entre os profissionais da linha de frente subiu de 51% para 74% (BCG, 2026). A pesquisa ouve líderes, gestores e profissionais de escritório sem cargo de gestão, e o percentual mede a percepção de cada um sobre o próprio treinamento. Ao lado dos dados da OCDE, do Fórum Econômico Mundial, da Microsoft e do LinkedIn, ele mostra empresas que espalharam a ferramenta mais rápido do que formaram as pessoas, e quem recebeu mais horas de formação, com prática e acompanhamento, usa bem mais.
Na Iasbeck&Co a gente implanta CRM e agentes de IA em operações B2B, e eu já treinei mais de 10 mil profissionais. Escrevi este texto para a diretoria, as lideranças de vendas, marketing e CS e o RH, que decidem quanto investir em formação e como saber se ela funcionou.
Quantos funcionários receberam treinamento em IA?
A resposta depende da pergunta que cada pesquisa fez, e as três edições recentes do BCG mostram a evolução com um método parecido. Em 2024, o BCG perguntou quem já tinha sido treinado sobre como a IA vai mudar o próprio trabalho: responderam que sim 50% dos líderes, 30% dos gestores e 28% dos profissionais da linha de frente, contra 44%, 20% e 14% no ano anterior (BCG, 2024). A amostra foi de 13.102 pessoas em 15 países e regiões. Em 2025 e 2026, a pergunta mudou para a suficiência do treinamento, e a resposta “sim, meu treinamento foi suficiente” ficou em 36% nas duas edições (BCG, 2025).
Do total de respondentes, 88% acreditam que vão precisar de requalificação importante nos próximos cinco anos, e 72% dizem que a IA já mudou as habilidades esperadas para a função (BCG, 2026). O uso regular, definido como uso diário ou várias vezes por semana, chegou a 74% na linha de frente, 88% entre gestores e 93% entre líderes. A Microsoft e o LinkedIn encontraram, em 2024, uma proporção parecida de usuários de IA treinados pela empresa, e eu comento esse dado em treinamento de IA para empresas.
| BCG AI at Work | Uso regular na linha de frente | Pergunta sobre treinamento | Resultado |
|---|---|---|---|
| 2024 (13.102 respondentes) | 52% | Já foi treinado sobre como a IA vai mudar o seu trabalho? | 28% na linha de frente, 30% dos gestores, 50% dos líderes |
| 2025 (10.635 respondentes) | 51% | O seu treinamento foi suficiente? | 36% dizem que sim |
| 2026 (11.749 respondentes) | 74% | Recebeu treinamento suficiente? | 36% dizem que sim, sem mudança |
Na edição de 2026, entre os profissionais da linha de frente, a área de vendas e desenvolvimento de negócios tem 68% de uso regular, abaixo da média de 74% e à frente só de operações e produção, com 61%; TI e marketing lideram, com 88% e 85%. No recorte por país, o Brasil aparece com 82% de uso regular na linha de frente, o quarto maior entre os 14 mercados. A pesquisa não separa por país o percentual dos que se dizem bem treinados.
Quais pesquisas medem o treinamento em IA?
BCG e OCDE trazem os dados mais próximos do treinamento em si, o Fórum Econômico Mundial ouve empregadores, e Microsoft e LinkedIn são pesquisas de empresas que vendem ferramentas de IA e cursos.
| Fonte | Ano | Amostra e método | Principal achado |
|---|---|---|---|
| BCG, AI at Work | 2024 a 2026 | Questionário com líderes, gestores e profissionais de escritório; 11.749 pessoas em 14 mercados em 2026 | 36% dizem ter recebido treinamento suficiente em 2025 e em 2026; uso regular cresce com as horas de formação |
| OCDE, pesquisa com empregadores e trabalhadores | 2023 (campo em 2022) | 5.334 trabalhadores e 2.053 empresas de finanças e indústria em sete países | 58% dos usuários de IA em finanças e 53% na indústria receberam treinamento pago ou oferecido pela empresa |
| OCDE, Bridging the AI skills gap | 2025 | Análise de catálogos de cursos na Austrália, Alemanha, Singapura e EUA | Entre 0,3% e 5,5% dos cursos analisados têm conteúdo de IA, a maioria avançado |
| Fórum Econômico Mundial, Future of Jobs | 2025 | Mais de mil empregadores, 14 milhões de trabalhadores, 55 economias | 77% planejam requalificar o quadro para trabalhar ao lado da IA |
| Microsoft, Work Trend Index (pesquisa de fornecedor) | 2025 e 2026 | 31 mil trabalhadores do conhecimento em 31 mercados (2025); 20 mil usuários de IA em 10 mercados (2026), online, pela Edelman Data x Intelligence | Fatores da organização, como cultura e apoio do gestor, pesam mais que o dobro dos fatores individuais no impacto relatado |
| LinkedIn, Workplace Learning Report (pesquisa de fornecedor) | 2025 | 937 profissionais de RH e T&D e 679 aprendizes em 2025, Brasil incluído | 49% dos profissionais de T&D dizem que os executivos temem que o time não tenha as habilidades para executar a estratégia |
Quantas horas de treinamento em IA fazem diferença?
O dado mais útil para o desenho de um programa está num gráfico da edição de 2025 do BCG, com os 10.635 respondentes. Quem não recebeu nenhum treinamento é usuário regular em 18% dos casos. Com uma a cinco horas, o percentual vai a 63%; com cinco a dez horas, a 82%; com mais de dez horas, a 89%. O mesmo gráfico mostra 79% de uso regular entre quem teve treinamento presencial, contra 67% entre quem não teve, e 84% entre quem tem acesso a um coach ou monitor, contra 70% entre quem não tem (BCG, 2025).
| Condição do treinamento (BCG 2025) | Usuários regulares de IA |
|---|---|
| Nenhum treinamento | 18% |
| De 1 a 5 horas | 63% |
| De 5 a 10 horas | 82% |
| Mais de 10 horas | 89% |
| Sem treinamento presencial / com treinamento presencial | 67% / 79% |
| Sem acesso a coach / com acesso a coach | 70% / 84% |
O maior salto acontece entre zero e cinco horas, e o segundo, entre a faixa de uma a cinco e a de cinco a dez. Uma palestra de uma hora deixa a pessoa na faixa de baixo. A nota de leitura do gráfico tem uma inconsistência: atribui 79% contra 67% à comparação de mais e menos de cinco horas, números que nas barras pertencem ao treinamento presencial. Usei as barras.
A OCDE chegou a uma relação parecida por outro caminho. Na pesquisa feita em 2022 com trabalhadores de finanças e da indústria em sete países da Europa e da América do Norte, mais da metade dos usuários de IA disse que a empresa ofereceu ou pagou treinamento para que trabalhassem com a tecnologia: 58% em finanças e 53% na indústria. Os treinados relataram com mais frequência efeitos positivos da IA no desempenho e nas condições de trabalho, com diferenças de até 39 pontos percentuais em saúde mental e bem-estar no setor financeiro (OCDE, Lane, Williams e Broecke, 2023). Os autores avisam que não dá para estabelecer causa e registram que os treinados também se mostraram mais preocupados com a perda do emprego.
O que as empresas dizem que vão fazer em capacitação em IA
No Future of Jobs 2025, 77% dos empregadores ouvidos pelo Fórum Econômico Mundial planejam requalificar e atualizar o quadro atual para trabalhar melhor ao lado da IA, a estratégia mais citada em resposta à tecnologia, à frente de contratar gente para desenhar ferramentas de IA (69%). Os mesmos empregadores apontam a falta de habilidades no mercado de trabalho como a principal barreira para transformar o negócio, citada por 63%, e informam que 50% da força de trabalho concluiu algum treinamento dentro das estratégias de desenvolvimento da empresa, contra 41% na edição de 2023 (Fórum Econômico Mundial, 2025). Os números do relatório sobre quantos trabalhadores vão precisar de requalificação até 2030 estão em IA e empregos.
Na pesquisa da Microsoft de 2025, com 31 mil trabalhadores do conhecimento em 31 mercados, 47% dos líderes colocam a requalificação dos funcionários atuais entre as principais estratégias de força de trabalho para os 12 a 18 meses seguintes. Entre os gestores, 51% dizem que treinar o time em IA vai virar responsabilidade central da equipe em até cinco anos, e 35% consideram contratar treinadores de IA para conduzir a adoção (Microsoft, 2025). No relatório de 2025 do LinkedIn, que ouve profissionais de T&D, 49% concordaram que os executivos da empresa temem que os funcionários não tenham as habilidades para executar a estratégia, e 71% disseram que já exploram ou usam IA no próprio trabalho de T&D (LinkedIn, 2025).
Letramento em IA: a oferta de cursos ainda olha para o especialista
A OCDE olhou para o outro lado do balcão, a oferta de cursos. Num estudo publicado em abril de 2025, a organização analisou catálogos de treinamento na Austrália, na Alemanha, em Singapura e nos Estados Unidos e encontrou conteúdo de IA em uma fatia entre 0,3% e 5,5% dos cursos. A maioria desses programas trata de habilidades avançadas, como desenvolver e manter modelos, enquanto só cerca de 1% das vagas muito expostas à IA exige esse tipo de habilidade complexa; a grande maioria dos trabalhadores expostos precisa de letramento em IA, o entendimento geral para usar e conferir a tecnologia (OCDE, 2025). A OCDE admite que os números podem estar subestimados, porque não capturam o aprendizado dentro da empresa, e mesmo assim o mercado de cursos abertos oferece pouco do que o vendedor e o atendente precisam.
Por que o gestor pesa mais que o curso?
No Work Trend Index de 2026, a Microsoft testou fatores individuais, organizacionais e demográficos contra o impacto que 20 mil usuários de IA em 10 mercados, Brasil incluído, dizem perceber, e concluiu que cultura, apoio do gestor e práticas de gestão de pessoas pesam mais que o dobro dos fatores individuais, como atitude e comportamento (67% contra 32%). Num estudo separado com 1.800 trabalhadores citado no mesmo relatório, quando o gestor usava IA à vista do time, os funcionários relatavam valor 17 pontos maior (Microsoft, 2026). Os profissionais mais avançados da amostra dizem com mais frequência que o gestor usa IA à vista (85% contra 64%) e que define padrões de qualidade para o trabalho feito com IA (83% contra 57%).
O BCG chegou perto disso na linha de frente. Em 2025, com 3.537 profissionais sem cargo de gestão, só 25% disseram ter recebido apoio suficiente da liderança sobre como e quando usar IA, e entre os que tinham esse apoio o uso regular chegava a 82%, contra 41% entre os que não tinham (BCG, 2025). Na edição de 2026, 66% dos usuários regulares da linha de frente dizem receber pouca ou nenhuma orientação sobre o que fazer com o tempo que a IA economiza (BCG, 2026). O vendedor ganha uma hora no resumo das calls, ninguém diz se ela vai para prospecção ou para a carteira, e ela some na rotina.
O que esses dados não dizem
Quase todos os números são autodeclarados. “Me sinto bem treinado” mede percepção, e um profissional que fez dez horas de curso pode responder que não, porque a régua mudou; outro, com uma hora, pode se dizer satisfeito porque usa pouco. As perguntas também mudam de uma pesquisa para outra: o BCG de 2024 perguntou sobre treinamento a respeito da mudança no trabalho, o de 2025 e 2026 sobre suficiência, e a OCDE sobre treinamento oferecido ou pago pela empresa. Esses percentuais não se somam nem se comparam como série.
A relação entre horas de treinamento e uso é correlação. Quem já usa IA com frequência procura mais formação, e empresas que treinam mais costumam ser as que deram acesso à ferramenta primeiro; o gráfico do BCG não separa esses efeitos, e a OCDE avisa que não dá para afirmar causa. As amostras também têm recorte: o BCG ouve só profissionais de escritório, sem o chão de fábrica e as lojas, a OCDE ouviu só finanças e indústria em sete países ricos, com campo feito em 2022, antes da popularização das ferramentas de IA generativa, e a Microsoft de 2026 ouviu só quem já usa IA no trabalho.
Microsoft e LinkedIn vendem ferramentas de IA e cursos, e o BCG vende projetos de transformação. Nenhuma das fontes mede o Brasil em separado no indicador de treinamento, e nenhuma acompanha o mesmo grupo de pessoas antes e depois de uma formação para medir o efeito no trabalho. Esse dado só a sua empresa consegue produzir.
O que um programa de formação em IA precisa ter, segundo os dados
As pesquisas não desenham um currículo, e apontam condições associadas a mais uso. Cruzei essas condições com o que vejo nas operações comerciais que atendemos.
| O que os dados mostram | Fonte | O que isso pede do programa |
|---|---|---|
| Uso regular sobe de 63% para 82% quando o treinamento passa de cinco horas | BCG 2025 | Carga acima de cinco horas por pessoa, distribuída em semanas, com prática entre os encontros |
| Presencial e coach aparecem com 12 e 14 pontos a mais de uso regular | BCG 2025 | Prática em grupo sobre casos reais da área e alguém que acompanhe as dúvidas depois da turma |
| Apoio da liderança dobra o uso regular na linha de frente | BCG 2025, Microsoft 2026 | Gestores formados antes do time, usando IA à vista e definindo padrão de qualidade |
| 66% não recebem orientação sobre o tempo economizado | BCG 2026 | Decisão escrita da liderança sobre para onde vai o tempo liberado em cada função |
| A maioria precisa de letramento, e a oferta aberta foca no avançado | OCDE 2025 | Letramento para todos e prática por função, com especialização só para quem configura agentes |
Na prática, isso significa separar o vendedor do analista de marketing e do atendente e trazer para a sala os negócios, as campanhas e os chamados da semana, com a regra ensinada junto com a técnica. Em 2025, 54% dos respondentes do BCG disseram que usariam ferramentas de IA não autorizadas se a empresa não oferecesse as certas, e um treinamento que ignora a política de uso de IA empurra esse uso para a conta pessoal. O desenho por nível e por papel, com os entregáveis de cada turma, está em treinamento de IA para empresas.
Como medir o resultado do treinamento em IA
As perguntas do BCG servem ao RH como pesquisa interna, aplicada antes da primeira turma e repetida 30 e 90 dias depois, para comparar a empresa com o 36% global e com ela mesma. A pergunta de percepção sozinha engana, e por isso entra ao lado de indicadores de uso no processo que o CRM ou a ferramenta já registram, como resumos de call aprovados sem edição ou chamados classificados sem correção.
Cruze as respostas por área e por nível. Se a área comercial tem uso alto e “não” na pergunta 3, a formação está atrasada em relação à ferramenta; se tem treinamento e “não” na pergunta 4, o gargalo está na liderança. O retorno financeiro entra depois, com a lógica de ROI de IA.
O que a liderança faz com esses números
- Meça a distância na sua empresa. Aplique as cinco perguntas por área e nível antes de contratar qualquer formação, e registre o resultado com data.
- Forme os gestores primeiro. Os dados de Microsoft e BCG ligam o uso do time ao comportamento do gestor, e um gestor que não usa IA não sabe o que cobrar na reunião de pipeline.
- Planeje mais de cinco horas por pessoa. Distribua a carga em encontros curtos com prática sobre o trabalho da semana, em vez de um dia inteiro de aula.
- Inclua acompanhamento depois da turma. Defina quem responde às dúvidas nas semanas seguintes, seja um usuário avançado da área, seja um monitor externo.
- Decida para onde vai o tempo economizado. Escreva por função o que muda na meta ou na carteira quando a IA libera horas, e comunique isso ao time.
- Treine a regra junto com a ferramenta. Leve a política de uso para os exercícios, com os dados que podem e não podem entrar em cada ferramenta.
- Repita a medição em 30 e 90 dias. Compare percepção e uso no processo com a linha de base e ajuste o programa antes de expandir para outras áreas.
Para o RH e o T&D
Os números dão ao RH argumento para tirar a formação em IA do orçamento de “cursos” e colocá-la no plano da operação: a diretoria entende a comparação entre 18% de uso regular sem treinamento e 82% com cinco a dez horas, com a ressalva de que é correlação. O pedido que costuma chegar ao T&D é “um curso de IA para todo mundo”, e a resposta que os dados sustentam é um programa por função, com gestores na frente, carga suficiente, acompanhamento e medição antes e depois.
A distância entre uso e formação aparece em todas as pesquisas, e cada empresa a fecha com gente treinada nos próprios processos, com o gestor junto. Esse é o trabalho do treinamento in company de IA aplicada, com turmas de liderança, vendas, marketing e CS montadas sobre os casos reais da empresa, que entrega a biblioteca de prompts por área e a arquitetura de agentes, com o que cada agente lê, o que executa sozinho e quem aprova o restante.
Perguntas frequentes
Quantos funcionários recebem treinamento em IA?
Na pesquisa AI at Work do BCG, só 36% dos 11.749 respondentes de 2026 disseram ter recebido treinamento suficiente em IA, o mesmo percentual de 2025. Em 2024, a mesma pesquisa mostrou que 28% dos profissionais da linha de frente tinham sido treinados sobre como a IA mudaria o seu trabalho, contra 50% dos líderes.
Quantas horas de treinamento em IA são necessárias?
Os dados do BCG de 2025 mostram o uso regular subindo de 63%, entre quem fez de uma a cinco horas, para 82%, entre quem fez de cinco a dez, e 89% acima de dez horas. A relação é de correlação, e ainda assim cinco horas por pessoa, distribuídas com prática, funcionam como piso razoável para um programa.
O que é letramento em IA?
É o entendimento geral para usar a IA no trabalho: o que a ferramenta faz, quando ela erra, como pedir e como conferir o resultado. A OCDE estima que a maioria dos trabalhadores expostos à IA precisa desse letramento, e só uma minoria pequena precisa de habilidades técnicas avançadas.
Como preparar o time comercial para usar IA?
Comece pelos gestores, que precisam usar IA à vista e definir o padrão de qualidade. Depois, treine vendedores, marketing e atendimento em turmas separadas, sobre os negócios, campanhas e chamados reais da semana, com acompanhamento nas semanas seguintes e uma decisão clara sobre o uso do tempo economizado.
Treinamento em IA aumenta o uso da ferramenta?
As pesquisas do BCG e da OCDE mostram que quem recebeu treinamento usa mais e relata mais efeitos positivos. Nenhuma delas prova causa, porque quem já usa também procura mais formação, e por isso vale medir o uso na sua empresa antes e depois das turmas.
Como o RH mede um treinamento em IA?
Aplique uma pesquisa curta antes da primeira turma, com frequência de uso, horas recebidas, suficiência do treinamento e apoio do gestor, e repita em 30 e 90 dias. Junte a isso indicadores de uso no processo, como rascunhos aprovados sem edição e classificações corrigidas, registrados no CRM ou na ferramenta.
Quer levar isso para o seu time?
No treinamento in company de IA Aplicada, o time monta prompts e agentes sobre o próprio CRM e sai com a biblioteca de prompts e a arquitetura de agentes.
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