Mercado de software no Brasil: US$ 67,8 bi em TI em 2025
O Brasil investiu US$ 67,8 bilhões em TI em 2025 e segue em 10º no ranking mundial, mas só 31% das empresas com 10 ou mais pessoas usam CRM e 36% usam ERP. O orçamento cresce mais rápido que o uso, e a liderança comercial decide onde esse dinheiro vira resultado.
O mercado brasileiro de tecnologia da informação movimentou US$ 67,8 bilhões em 2025, cresceu 18,5% contra uma média mundial de 14,1% e manteve o Brasil na 10ª posição do ranking global de investimentos em TI, segundo o estudo anual da ABES com dados da IDC (ABES, 2026). O dado de uso conta outra história. Na pesquisa TIC Empresas 2025 do Cetic.br, 31% das empresas brasileiras com 10 ou mais pessoas ocupadas usaram algum aplicativo de CRM nos 12 meses anteriores, e 36% usaram ERP (Cetic.br, 2026). O dinheiro cresce em ritmo de dois dígitos e a adoção do software de gestão avança poucos pontos por ano. Para quem lidera vendas, marketing e pós-venda, a leitura que eu faço desses números é que comprar tecnologia ficou mais fácil do que fazê-la funcionar, e a diferença entre as empresas está no uso, na integração entre sistemas e nas pessoas preparadas para operar o que foi comprado.
Na Iasbeck&Co a gente implanta CRM e agentes de IA em operações B2B, e a pergunta que mais ouço de diretoria é se a empresa está investindo pouco ou muito em tecnologia comercial. Este texto reúne as fontes primárias que eu uso para responder, da ABES e da Brasscom ao Cetic.br, com a Eurostat como comparação, e foi escrito para a diretoria, as lideranças comerciais e o RH.
Quanto o Brasil investe em TI e software?
A 22ª edição do estudo “Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências”, lançada em abril de 2026 com dados de 2025, mostra um mercado de US$ 67,8 bilhões, contra US$ 58,6 bilhões em 2024. A composição pesa para o hardware, com 47,9% dos investimentos, seguido de software, com 32,1%, e serviços, com 20% (ABES, 2026). O responsável pelo estudo na ABES atribui o peso do hardware a um estágio em que a infraestrutura ainda está em expansão e espera que software e serviços ganhem participação com nuvem, IA e serviços gerenciados.
A segunda parte do estudo, divulgada em junho, olhou para software e serviços. O país fechou 2025 com 41.613 empresas nesses segmentos e um mercado comprador de US$ 35,4 bilhões, e 94,3% dessas empresas são micro ou pequenas (ABES, 2026). Do lado de quem compra, o setor financeiro responde por 25,4% do mercado de software e serviços, Serviços e Telecomunicações por 24,3% e Indústria por 19,5%, e as três verticais somam cerca de 70% do total. O varejo aparece com US$ 3,53 bilhões e o agronegócio com US$ 670 milhões. O Sudeste concentra 62,37% dos investimentos em TI, e o Sul chegou a 15,86%.
Os indicadores principais em uma tabela
| Indicador | Valor | Ano de referência | Fonte |
|---|---|---|---|
| Investimento total em TI no Brasil | US$ 67,8 bilhões | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Crescimento do mercado brasileiro de TI | 18,5% (média mundial: 14,1%) | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Projeção de crescimento | 5,3% (média mundial: 9,7%) | 2026 | ABES/IDC, 2026 |
| Posição no ranking mundial de investimento em TI | 10º | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Participação na América Latina | 38,4% (era 34,7%) | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Divisão do investimento | Hardware 47,9%, software 32,1%, serviços 20% | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Mercado comprador de software e serviços | US$ 35,4 bilhões | 2025 | ABES/IDC, 2026 |
| Mercado do macrossetor de TIC | R$ 919,7 bilhões, 7,2% do PIB | 2025 | Brasscom, 2026 |
| Software tradicional e SaaS no mercado interno | R$ 56,9 bilhões (+15,6%) e R$ 44,7 bilhões (+30,9%) | 2025 | Brasscom, 2026 |
O que a Brasscom acrescenta
O Relatório Setorial 2025 da Brasscom mede o macrossetor de TIC em reais e com perímetro mais largo, que inclui telecom e a tecnologia produzida dentro de empresas de outros setores. O macrossetor chegou a R$ 919,7 bilhões em 2025, com crescimento de 14,7% e participação de 7,2% no PIB, e emprega 2,1 milhões de pessoas com carteira assinada. Para quem compra software comercial, o recorte mais útil é o do mercado interno: o software tradicional somou R$ 56,9 bilhões, com alta de 15,6%, e a nuvem somou R$ 85,0 bilhões, com alta de 35,5%, dos quais R$ 44,7 bilhões em SaaS, que cresceu 30,9%. O relatório, com base em dados da IDC, também afirma que quase 30% das implementações de ERP já acontecem em modelo SaaS.
Na projeção, a Brasscom estima R$ 2,0 trilhões em investimentos em tecnologia entre 2026 e 2029, com R$ 765,6 bilhões em nuvem, R$ 736,6 bilhões em inteligência artificial e R$ 181,6 bilhões em Big Data e Analytics. Com o dinheiro indo para assinatura, a compra deixa de ser um projeto grande a cada cinco anos e vira uma sequência de assinaturas mensais que cada área contrata, o problema que descrevi em stack de vendas e integração de ferramentas.
Como o Brasil se compara com o mundo e a América Latina?
O Brasil ampliou a liderança regional e passou de 34,7% para 38,4% dos investimentos em TI da América Latina em 2025. A edição anterior do estudo, com dados de 2024, mostrava o país com 1,58% do mercado mundial de TI e, no recorte só de software e serviços, na 11ª posição do ranking global, com 1,5% de um mercado mundial de US$ 2.029 bilhões (ABES, 2025). Quando o recorte exclui o hardware, o Brasil desce uma posição no ranking.
O dado que mais me chama atenção é a projeção para 2026. Depois de dois anos crescendo acima da média global, o Brasil deve crescer 5,3% em TI neste ano, contra 9,7% previstos para o mundo. A ABES descreve a fase como de “maior maturidade”, com investimentos mais seletivos, orientados a produtividade, corte de custos e retorno concreto. Para a liderança comercial, um ano de orçamento de TI mais apertado favorece quem consegue mostrar o efeito de cada licença no resultado e desfavorece quem pede ferramenta nova sem medir o uso da anterior.
Quantas empresas brasileiras usam ERP e CRM?
A TIC Empresas é a pesquisa do Cetic.br, ligado ao NIC.br, sobre o uso de tecnologia nas empresas brasileiras. A edição 2025 entrevistou por telefone 4.174 empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas, entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, e o módulo de software, feito com a colaboração da Softex, pergunta sobre o uso de ERP e CRM (Cetic.br, 2026). O relatório registra que o indicador ficou estável por muito tempo e que, em 2025, o uso de CRM subiu de 25% para 31%, puxado pelas pequenas empresas, que foram de 23% para 29%, e pela região Sudeste, de 24% para 32%. O ERP passou de 34% para 36%.
A Eurostat faz a pesquisa equivalente na União Europeia, com o mesmo corte de empresas com 10 ou mais pessoas e as mesmas faixas de porte. Em 2025, 46,45% das empresas europeias usavam ERP e 28,51% usavam CRM (Eurostat, 2026). A tabela junta as duas pesquisas por porte.
| Porte (pessoas ocupadas) | ERP Brasil 2025 | CRM Brasil 2024 | CRM Brasil 2025 | ERP União Europeia 2025 | CRM União Europeia 2025 |
|---|---|---|---|---|---|
| Total (10 ou mais) | 36% | 25% | 31% | 46,45% | 28,51% |
| Pequena (10 a 49) | 32% | 23% | 29% | 41,08% | 24,69% |
| Média (50 a 249) | 58% | 38% | 41% | 69,93% | 43,77% |
| Grande (250 ou mais) | 76% | 50% | 56% | 88,71% | 65,43% |
Fontes: Cetic.br, tabelas G2 e G3; Eurostat, isoc_eb_iip.
O que a comparação mostra
No CRM, o Brasil ficou perto da média europeia em 2025, e as pequenas empresas brasileiras aparecem à frente das europeias, com 29% contra 24,69%. No ERP, a distância é de cerca de dez pontos no total e de doze pontos nas médias empresas, que no Brasil têm 58% de uso contra 69,93% na Europa. As grandes brasileiras usam menos CRM que as europeias, com 56% contra 65,43%. A coincidência mais curiosa aparece no setor de informação e comunicação, onde o uso de CRM é de 63% no Brasil e de 63,14% na União Europeia.
Os números por setor no Brasil explicam parte da conversa comercial. O uso de CRM é de 31% no comércio, 29% na indústria de transformação, 22% em transporte e armazenagem e 37% nas atividades profissionais, científicas e administrativas. Numa indústria média que vende para outras empresas, a probabilidade é de que o histórico de clientes ainda more em planilha, e-mail e na memória do representante. Eu trato do mercado de plataformas e do que muda na escolha da ferramenta em mercado de CRM.
Onde o investimento trava: integração e gente
Com 36% das empresas usando ERP e 31% usando CRM, uma parte grande do mercado tem só um dos dois sistemas, ou nenhum. As tabelas publicadas não permitem saber quantas empresas têm os dois e menos ainda quantas os integram, e esse é o ponto que mais pesa na operação comercial. Sem a ligação entre ERP e CRM, o vendedor não enxerga o cliente em atraso e o pós-venda não sabe o que foi vendido.
A TIC Empresas também mostra quem cuida da tecnologia. Apenas 36% das empresas têm uma área ou departamento de TI, proporção que vai de 32% nas pequenas a 63% nas médias e 86% nas grandes (Cetic.br, 2026). Em 59% das empresas, funções de TIC foram executadas por fornecedores externos nos últimos 12 meses (Cetic.br, 2026). Entre as empresas que contrataram ou tentaram contratar especialistas em TI, 35% citaram falta de candidatos e 29% falta de qualificação específica, e nas grandes essas proporções sobem para 50% e 47% (Cetic.br, 2026). Nas pequenas e médias, a integração do CRM costuma ficar com um fornecedor ou com alguém da área comercial.
A IA chega por cima dessa base. Segundo os dados que a ABES analisou na segunda parte do estudo, 40% das empresas já investem em agentes de IA e outras 33% pretendem começar nos próximos 12 meses, e a própria associação lista qualidade dos dados, sistemas legados, governança e escassez de profissionais especializados entre os obstáculos para usar a IA em escala (ABES, 2026). O comunicado não detalha amostra nem método dessa medição, e por isso eu leio o número como intenção de investimento declarada por executivos. Um agente que lê um CRM sem histórico, ou um ERP que não conversa com o CRM, repete o problema mais rápido. Os números de adoção de IA nas empresas brasileiras estão em IA nas empresas brasileiras.
Quais pesquisas sustentam esses números?
| Fonte | Ano de publicação | Amostra e método | Principal achado |
|---|---|---|---|
| ABES com dados da IDC, Mercado Brasileiro de Software 2026 (1ª parte) | 2026, dados de 2025 | Modelagem da IDC com entrevistas a fornecedores e usuários e dados oficiais | US$ 67,8 bilhões em TI, 10º no mundo, crescimento de 18,5% contra 14,1% global |
| ABES com dados da IDC, Mercado Brasileiro de Software 2026 (2ª parte) | 2026, dados de 2025 | Mesma base, por vertical e região | US$ 35,4 bilhões em software e serviços; finanças com 25,4% |
| ABES com dados da IDC, edição 2025 | 2025, dados de 2024 | Mesma metodologia | Brasil com 1,58% do mercado mundial de TI e 11º em software e serviços |
| Brasscom, Relatório Setorial 2025 | 2026, dados de 2025 | Compilação de IDC, Bacen, IBGE, RAIS e Caged | Macrossetor de R$ 919,7 bilhões; SaaS com alta de 30,9% |
| Cetic.br, TIC Empresas 2025 | 2026, coleta 2025 e 2026 | 4.174 empresas com 10 ou mais pessoas, entrevista telefônica, amostra nacional | CRM em 31% das empresas e ERP em 36% |
| Eurostat, E-business integration | 2026, dados de 2025 | Pesquisa com empresas da UE com 10 ou mais pessoas | ERP em 46,45% e CRM em 28,51% das empresas |
O que esses dados não dizem
O estudo da ABES mede gasto, em dólares, pelo lado de quem vende. A IDC estima o mercado a partir de entrevistas com fornecedores e de modelagem, e a conversão para dólar faz o número variar com o câmbio, sem relação com o volume comprado. A própria série é revisada entre edições: a edição de 2025 apontava 35,0% de participação brasileira na América Latina em 2024, e a de 2026 usa 34,7% para o mesmo ano. Nenhum desses números diz quanto do software comprado está em uso, e nenhum mede efeito em produtividade ou receita. Investimento alto e resultado alto podem andar juntos, e as fontes não permitem afirmar que um causa o outro.
ABES e Brasscom também medem coisas diferentes. A Brasscom trabalha em reais, inclui telecom, BPO e a tecnologia feita dentro de empresas de outros setores, e por isso os R$ 919,7 bilhões dela não se comparam aos US$ 67,8 bilhões da ABES, nem devem ser somados a eles. Use cada fonte para a pergunta que ela responde: a ABES para posição internacional e composição do gasto, a Brasscom para o tamanho em reais e a velocidade de nuvem e SaaS.
A TIC Empresas mede presença declarada. A pergunta é se a empresa usou um aplicativo de CRM nos últimos 12 meses, e uma empresa com duas licenças paradas responde sim, da mesma forma que uma operação com cem vendedores registrando tudo. Cerca de 5% dos entrevistados disseram não saber, e a pesquisa deixa de fora as empresas com menos de 10 pessoas ocupadas. A comparação com a Eurostat usa a mesma população e as mesmas faixas de porte, mas as perguntas dos dois questionários não são idênticas, e pequenas diferenças de redação mudam respostas. Leia a distância de dez pontos no ERP como ordem de grandeza.
Pesquisas de fornecedores de software costumam mostrar taxas de adoção de CRM bem acima de 31%, e muitas delas entrevistam empresas que já estão na base de contatos de quem vende tecnologia. Elas servem para entender práticas dentro desse grupo, e a TIC Empresas serve para dimensionar o país.
O que a liderança faz com esses números
Com o orçamento de 2026 mais apertado que o de 2025, a liderança comercial ganha espaço quando chega à reunião com o uso medido e a integração resolvida. O roteiro que eu proponho:
- Faça o inventário de software comercial com custo, número de licenças e usuários ativos nos últimos 30 dias, e leve para a diretoria o custo por usuário ativo, ao lado do custo por licença.
- Responda por escrito se o CRM e o ERP conversam, quais campos passam de um para o outro e com que frequência. Se a resposta depende de uma planilha exportada toda semana, esse é o primeiro projeto.
- Compare a sua empresa com o seu porte na tabela do Cetic.br. Uma empresa média sem ERP integrado está no grupo em que o Brasil mais se distancia da Europa, e a prioridade dela é diferente da prioridade de uma grande que já tem os dois sistemas.
- Antes de aprovar um agente de IA, confirme que ele vai ler dados com dono, histórico e critério de preenchimento. O guia de qualidade de dados no CRM mostra como medir isso.
- Defina quem administra o CRM dentro da empresa, mesmo quando a implantação for de um parceiro. Com 64% das empresas sem área de TI, essa pessoa costuma estar na operação comercial ou em RevOps, e o desenho dessa função está em time de RevOps.
- Amarre cada renovação de licença a um indicador de uso dentro do processo, revisado a cada trimestre, e corte o que ficar abaixo do combinado por dois trimestres seguidos.
O que o RH e o T&D precisam saber
Os dados de contratação da TIC Empresas mostram que falta gente qualificada em tecnologia mesmo nas grandes empresas, e esse dado vale para especialistas de TI. Na operação comercial, a falta aparece de outro jeito: o CRM existe e o time usa pouco, o gestor não sabe montar o relatório que pede e a integração quebra sem que ninguém perceba. O RH reconhece a necessidade de formação quando a taxa de usuários ativos fica baixa, quando cada área apresenta um número diferente para o mesmo indicador e quando a empresa depende do fornecedor para qualquer ajuste de campo.
A formação que sustenta o investimento envolve públicos diferentes. As lideranças aprendem a ler o uso e cobrar pelo processo, o time de linha aprende a registrar o que o próximo da fila vai precisar, e a pessoa que administra o CRM aprende a manter campos, integrações e permissões. O método para medir a adoção está em adoção de CRM, e o efeito do treinamento aparece nos usuários ativos no processo, antes e depois, no mesmo time.
O Brasil vai seguir comprando software, e a vantagem fica com as empresas que conseguem ligar os sistemas, definir quem responde por cada dado e preparar quem opera. Esse é o trabalho do treinamento in company de Revenue Operations, que eu conduzo com as lideranças de marketing, vendas e pós-venda, o financeiro e quem administra os sistemas, sobre os dados da própria empresa. A turma sai com o SLA entre marketing, vendas e CS, que define o que cada área entrega à outra, e com a matriz de métricas de RevOps, que aponta de qual sistema sai cada número e qual indicador justifica cada licença.
Perguntas frequentes
Qual o tamanho do mercado de software no Brasil?
Segundo a ABES com dados da IDC, o mercado comprador de software e serviços somou US$ 35,4 bilhões em 2025, dentro de um mercado total de TI de US$ 67,8 bilhões. Software representou 32,1% do investimento em TI, serviços 20% e hardware 47,9%. Em reais e com perímetro mais amplo, a Brasscom estima o software tradicional em R$ 56,9 bilhões e o SaaS em R$ 44,7 bilhões em 2025.
Qual a posição do Brasil no ranking mundial de TI?
O Brasil ficou em 10º lugar no ranking mundial de investimentos em TI em 2025 e respondeu por 38,4% dos investimentos da América Latina. No recorte só de software e serviços, a edição anterior do estudo, com dados de 2024, colocava o país em 11º, com 1,5% do mercado mundial.
Quantas empresas brasileiras usam CRM?
Na TIC Empresas 2025, 31% das empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas usaram algum aplicativo de CRM nos 12 meses anteriores, contra 25% em 2024. O uso vai de 29% nas pequenas a 41% nas médias e 56% nas grandes. A pesquisa mede presença declarada e não diz quanto o time usa a ferramenta no dia a dia.
O investimento em TI vai continuar crescendo em 2026?
A projeção da ABES com a IDC é de crescimento de 5,3% em 2026, abaixo dos 18,5% de 2025 e da média mundial prevista de 9,7%. A associação descreve uma fase de investimentos mais seletivos, com cobrança por retorno, o que favorece projetos que mostram uso e resultado medidos.
Como preparar o time para usar o software que a empresa já comprou?
Comece pelo uso: meça quantas pessoas usam o CRM no processo combinado e onde o registro falha. Depois forme cada público no que lhe cabe, com liderança cobrando pelo processo, time de linha registrando o que a próxima área precisa e um administrador interno cuidando de campos e integrações. Repita a medição de uso quatro semanas depois da formação, no mesmo time.
ERP ou CRM: qual a empresa deve ter primeiro?
As duas ferramentas respondem a perguntas diferentes, e a ordem depende de onde a operação perde mais dinheiro hoje. A TIC Empresas mostra o ERP mais difundido que o CRM em todos os portes, e na operação B2B o resultado aparece quando os dois trocam dados, com faturamento e inadimplência visíveis para quem vende e para quem atende.
Quer levar isso para o seu time?
No treinamento in company de Revenue Operations, a liderança desenha o SLA entre marketing, vendas e CS e sai com a matriz de métricas da operação.
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